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Quem somos?

Somos um museu universitário de região, ligado à Rede Universitária de Museus da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (RUMUS/UFRN).

O Museu tem 42 anos de existência e precisa de inúmeras adaptações e reformas para poder receber a comunidade. Atualmente sem atendimento presencial ao público, atuamos principalmente no espaço virtual. 

História

O museu e sua história

Inicialmente nomeado Museu Pena de Ouro, por causa de uma caneta de ouro doada ao acervo pela família Felipe Guerra, a inauguração do Museu ocorreu no dia 01 de maio de 1968 e estampou as páginas dos jornais de maior circulação do Rio Grande do Norte. Por questões de segurança, o padre decidiu depositar a caneta no cofre da Catedral de Sant'Ana de Caicó, sé episcopal da Diocese de Caicó. Apesar da inauguração, o museu não abriu suas portas para visitação pública, permanecendo por alguns anos no Sobrado do Padre Guerra com salas repletas de objetos expostos somente visitáveis em ocasiões especiais, como a passagem de personalidades públicas pela região, e dependente, exclusivamente, da disponibilidade do padre Antenor Salvino. A falta de interesse das demais autoridades locais levou Antenor Salvino a cogitar devolver as peças aos seus antigos donos, pois acreditava que não fazia sentido mantê-las sem que pudesse expô-las ao público.


Em 1973 o padre contou mais uma vez com o apoio da Prefeitura de Caicó que, por meio da Lei Municipal nº486, de 13 de janeiro de 1973, doou o prédio do antigo Senado de Câmara e Cadeia à Diocese de Caicó para instalação do museu que, naquele mesmo ano, passou a chamar-se Museu do Seridó.

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De grande valor histórico e arquitetônico, a edificação, conhecida popularmente como “Cadeia Velha”, está entre os poucos exemplares ainda existentes no estado do Rio Grande do Norte, e inspira, atualmente, a identidade visual do Museu. Construído em 1812, o edifício sediou o Senado de Câmara e Cadeia, exercendo funções administrativas e judiciais da antiga vila colonial Vila Nova do Príncipe, hoje cidade de Caicó. O prédio foi dividido em dois pavimentos, funcionando no andar superior o Senado de Câmara, lugar destinado aos políticos, e no andar térreo funcionava a Cadeia, espaço exclusivo para os presos. Com a construção da Prefeitura em 1890, a função da administração política foi transferida, deixando de existir no prédio o Senado de Câmara. Funcionou como Cadeia até 1935, quando esta função foi transferida para o Quartel de Polícia. Após perder suas funções originais, o prédio passou a ser residência de vários proprietários, como também uma Fábrica de Mosaico nos anos 1940, até finalmente ser doado à Diocese de Caicó para instalação do Museu do Seridó em 1973.


Desfrutando do amparo do então Prefeito de Caicó, Francisco de Assis Medeiros, o Museu do Seridó, após instalar-se em sua nova sede no ano de 1973, teve pela primeira vez uma equipe de apoio. O padre Antenor Salvino permaneceu como diretor do Museu e a prefeitura assumiu administrativamente a instituição, que passou a funcionar, finalmente, como um museu aberto ao público.


Em 1978, o padre Antenor Salvino decidiu afastar-se da diretoria, oferecendo a gestão do Museu à direção do CERES. Administrado pelo CERES, o Museu do Seridó enfrentou ao longo das décadas seguintes uma série de encerramentos e re-aberturas. É um período da história da instituição bastante difícil de compreender, estando repleto de lacunas, sobretudo pela carência de documentos legais e fontes históricas.


Em 1992, a direção do CERES buscou apoio da Fundação José Augusto, órgão responsável pela gestão da cultura no estado do Rio Grande do Norte, para execução de um projeto de revitalização do Museu do Seridó. Em 1993, a custódia do prédio do Museu, a antiga “cadeia velha”, tornou-se definitivamente da UFRN, ocasião em que houve uma reforma física e a reabertura do museu ao público, porém com escassos recursos orçamentários e sem estrutura técnica para conservação do seu acervo, o que logo levou novamente ao fechamento do museu.


O lapso histórico institucional do Museu do Seridó é tão amplo que foi somente no ano de 1999, por meio da Resolução Nº 002/99-CONSUNI, de 16 de abril, que a UFRN instituiu o Museu do Seridó como Unidade Suplementar, vinculada ao CERES, com objetivo de desenvolver atividades de apoio ao ensino, pesquisa e extensão.

Missão
Valores

A missão do museu

O Museu do Seridó tem como missão pesquisar, preservar e comunicar as identidades culturais do Seridó potiguar, de modo a fomentar o desenvolvimento científico, educacional, artístico, social e turístico da região, promovendo a formação e reflexão crítica de forma a contribuir para o desenvolvimento humano, comprometendo-se com a justiça social, a sustentabilidade socioambiental, a democracia e a cidadania.

Os valores do museu

Ética

Em todas as dimensões e ações institucionais.

Respeito

À diversidade e à interculturalidade, atendendo às diferenças.

Transparência

Na gestão, em suas ações e resultados.

Compromisso

Com a justiça social e com a dignidade humana.

Democracia

Garantindo a participação responsável dos membros da comunidade universitária e da sociedade.

Valorização

Dos patrimônios cultural, artístico, científico e histórico do Seridó potiguar.

Conheça nosso plano museológico

Segundo a Lei nº 11.904, de 14 de janeiro de 2009, é dever dos museus elaborar e implementar o Plano Museológico. Mas o que seria esse plano museológico?

O Plano Museológico é uma ferramenta de gestão estratégica para museus. Trata-se de um documento que define conceitualmente a missão, a visão, os valores e os objetivos da instituição, e alinha, por meio de um planejamento estruturado e coerente, seus programas, seus projetos e suas ações. Um Plano Museológico deve representar o passado, o presente e, sobretudo, o futuro da instituição, priorizando as ações a serem desenvolvidas pelo museu para o cumprimento da sua função social e para constituir-se como um documento balizador de sua trajetória. Sendo assim, é o principal instrumento para a compreensão das funções dos museus.

Ademais, como o MDS é um museu universitário, o Plano Museológico se apresenta também como o seguinte passo para que a equipe possa estar amparada para desenvolver ações dentro do tripé universitário do ensino, pesquisa e extensão.

Plano museológico 2021-2025

Este plano diretor é a materialização da atual administração do museu e equipe para tornar claro os passos de reestruturação do MDS.

Plano museológico

Regimento

O regimento interno é o documento que contém o conjunto de regras estabelecidas para regulamentar a organização e o funcionamento cotidiano do museu. Detalhando as suas finalidades, competências existentes e os seus relacionamentos internos e externos.

A implantação do Regimento Interno do Museu do Seridó torna-se imprescindível para a sua organização e fortalecimento institucional, na medida em que regulamenta o funcionamento do Órgão e propicia o cumprimento de sua função pública regularmente instituída.

O nosso Regimento Interno é reformulado e atualizado, em conformidade com o Plano de Desenvolvimento Institucional da UFRN (PDI) e com as políticas culturais e museológicas vigentes.

Regimento do museu

Este plano diretor é a materialização da atual administração do museu e equipe para tornar claro os passos de reestruturação do MDS

Regimento museológico
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